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Capa:
“Vai um orgasmo múltiplo, aí?”
Green Day
Os Rude Boys retornam!
Página 1 - Tira em Quadrinhos
1)
Pandora: Billie Joe, você precisa de ajuda em sua campanha – e eu vou fazer com que você seja eleito! Billie Joe: Com tanto que você aceite, eu prefiro o rapaz pequeno. Pandora: Err certo... É por isso que você já perdeu o voto dos anões.
2)
Pandora: O que precisamos fazer é que você chame atenção nas ruas... E já tenho o cara com os culhões que fará isso por você. Billie Joe: Hey, eu não quero ser divulgado como uma commodity. Pandora: Exatamente, e esse cara é o típico anti-produto!
3)
Alex: VOTE EM ARMSTRONG!!! Billie Joe: Bem, não sei se eu aprovo muito o local onde ele está utilizando o meu broche. Pandora: Não se preocupe, Alex diz que é apenas uma PEQUENA brincadeira.
Página 2
Welcome To Paradise
Em um estúdio de Los Angeles, o Green Day está dando os toques finais em seu sexto álbum de estúdio, um álbum que, aparentemente, soa como um cão molhado, proverá orgasmos múltiplos e fará com que seus ouvintes “gozem pelas orelhas”. Na verdade, a única coisa que parece estragar os prazeres aqui é a grande confusão que acaba de acontecer logo nas ruas de baixo...
Helicópteros da Polícia de Los Angeles cortam o céu com o som das lâminas afiadas e o barulho de sirenes cortando a quente noite californiana. Na televisão do Swinghouse Studios, que o Green Day alugou para a gravação de um programa da MTV, o que parecia ser uma simples comemoração, acabou se tornando uma bela confusão, daquelas que os moradores de LA sabem fazer tão bem.
Com o seu time sendo o campeão da NBA em 12 anos, os fãs dos Lakers quase que literalmente acenderam a cidade, com milhares de bêbados tocando fogo nos carros de polícia em tributo a valente vitória de seu time – há apenas duas milhas de onde estamos agora.
Enquanto Shaquille O’Neal e seus companheiros comemoram a vitória histórica – e o recheio milionário de suas contas bancárias – em seus vestiários, a sempre presente imprensa dos EUA filma tudo o que acontece, em cima do lance. Tão logo, as vans da imprensa começam a pegar fogo, no momento em que os policiais formam uma fila para tentar conter o que está acontecendo, na mão.
“Oh merda! Veja aquilo!” nota Tré Cool, o baterista do Green Day, puxando uma cadeira para observar melhor, assim como faz a equipe da MTV, sabendo que a confusão está entre eles e o conforto de suas camas, hoje a noite.
“Eu adoro uma confusão,” ele diz enquanto mais um carro é queimado. “Hmmmm... Você quase consegue sentir o cheiro de toucinho! Ei cara, você já jogou pedras em policiais?”
Parece um tanto quanto certo o fato de que na semana que o Green Day escolheu para dar os toques finais em seu mais novo álbum, seu sexto, o sentimento de descontentamento na capital do entretenimento mundial, acabasse aumentando de tal forma que acabasse tudo em fatos fatais de violência.
Aqui está uma banda conhecida pelos seus alegres membros, suas brincadeiras no palco e uma pá de álbuns que transformaram a cena punk underground dos EUA á uma proposta mainstream viável, fazendo com que isso fosse uma nova válvula de escape para jovens descontentes pelo caminho. É uma banda que fez com que os puritanos do punk arrumassem as suas malas, uma banda que foi acusada tantas vezes de (sic) “vender-se” que só faz rir, uma vez que nunca mudaram seu estilo, uma banda que é conhecida por terem começado a sua própria revolução, então, o novo álbum é intitulado apenas “Warning”.
“O título do álbum é basicamente sobre isso: regras foram feitas para serem quebradas e leis para serem desobedecidas,” diz o frontman Billie Joe Armstrong, dando um tempo nas filmagens da gravação de “Don’t Wanna Know If You Are Lonely” da banda Hüsker Dü, para a inauguração da série “Influências”, da MTV. “E então, temos a canção ‘Warning’ mesmo, que fala sobre você pegar informações em adesivos e qualquer tipo de sinais nas ruas e no dia-a-dia, coisas que querem te mostrar onde você deve ir – quando na verdade, querem apenas passar aquele sentimento de falsa liberdade que a América sempre procura explorar de alguma forma.”
“Sabe, as pessoas estão lidando melhor com as coisas na Europa,” diz Mike Dirnt, que deixou seu baixo no canto para acompanhar a confusão em progresso. “As pessoas podem invadir prédios para morar e tudo bem, quando aqui, se te pegarem vão te espancar e acabar com você, na hora. Maluco é o que acontece quando você tenta viver sua vida ou morar em um prédio abandonado nos EUA. Tudo aquilo o que estavam fazendo era apenas lutar para terem sua própria religião e viver bem com isso.”
Página 3:
Foto: HAPPY DAY’s estão aqui de novo, bem, pelo menos dois deles...
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“Com esse álbum, a gente quer alcançar um sentimento de esperança,” continua Billie Joe. “Em um nível pessoal e humanitário também. Não acho que tenha alguma coisa nesse álbum que seja egoísta ou negativa, de nenhuma forma, está cada coisa em casa canção... É sobre achar o positivo, dentro do negativo.”
Então aquela angústia adolescente está menos presente neste álbum?
“Bem, a angústia pode ser vista de tantas maneiras diferentes, começa Billie Joe, com um semblante de pensamento. “A angústia do Fugazi pode ser direcionada em algo positivo, enquanto a angústia de Marilyn Manson, sabe, é apenas... Trivial. Você não pode apenas ficar reclamando ou chorando o tempo todo, mas também tem que procurar por uma solução. As pessoas têm que ouvir isso, basicamente, pois é algo fácil de ser explicado. Não acho que consigo me justificar com apenas alguns versos.”
“Acho que deveríamos descobrir qual o cheiro desse álbum,” interroga Mike. “Assim, deveríamos descobrir qual seria o cheiro do álbum e então colocar um ‘esfregue-e-cheire’ na capa, para as pessoas sentirem o cheiro.”
Billie Joe: “É como um cão.” Tré: “Um cão molhado?” Billie: “É, um cão molhado que é jeitoso e fedido, mas ao mesmo tempo, fofinho.” Mike: “Tem que ter aquele bafo de cachorro também.” “Mas não aquele bafo de acabei-de-lamber-as-minhas-bolas,” conclui Tré. “Mas sim aquele bafo tipo acabei-de-comer-um-biscoito-para-cachorros no álbum.”
Então, o que vocês estão dizendo é que se seu último álbum fosse um cheiro, seria o de um cão molhado que acabou de comer um biscoito?
“Sim,” eles balançam a cabeça concordando unanimemente. “É isso aí.”
VINTE E QUATRO horas depois, as confusões na rua não passam de memória, embora ainda passem na televisão ao redor do mundo com a sutileza hiperbólica ao mesmo tempo que vários comentários.
Enquanto o subúrbio de LA está cheio da bagunça e restos dos fãs esportivos – garrafas quebradas, carros queimados, aquela loja saqueada – esta confusão não chegou nem perto da que aconteceu há 8 anos, pós-Rodney King. Só Deus sabe o que acontece aqui quando o time deles perde.
“A noite passada foi maluca,” ri Billie Joe enquanto entramos no Sunset Way Studios na Sunset Boulevard, onde o Green Day está mixando o álbum ‘Warning.’ “Eu tive que voltar para o hotel e haviam milhões de pessoas malucas na rua, dirigindo bebendo e a ponto de explodir. Você conseguia sentir isso.”
Hoje, Billie, Mike e Tré estão vestindo as mesmas roupas de brechó que sempre usaram, com o vocalista e baixista usando cabelos descoloridos já crescidos, enquanto o baterista usa seu cabelo normal. Com apenas três dias para completar o álbum – que estão produzindo sozinhos – contratando Jack Joseph Puig para mixar o álbum, antes de viajarem para a Warped Tour, o tempo é essencial, não que você perceba isso.
O estúdio cavernoso é rico com o cheiro de incenso e também com os equipamentos utilizados pelos Beach Boys durante as gravações de “Pet Sounds” jogados em um canto, sem uso. O Green Day está numa boa enquanto a agenda não aperta. Billie Joe está jogado em um sofá sentindo os efeitos de uma dieta sem cafeína/álcool/gordura que visa ajudar a sua garganta machucada, enquanto Mike bebe umas cervejas e fica a fim de falar com qualquer pessoa sobre suas recentes compras musicais.
“Não sou aquele colecionador ávido, cara,” ele diz sem um pingo de ironia. “Mas, caralho, aqueles 12 polegadas, cara...”
Tré, no entanto, está sendo Tré, o que normalmente inclui escalar em coisas ou quebrar coisas.
“Eu não bebi nada de café hoje e essa é a minha segunda soneca,” ri Billie Joe, bocejando, com Mike lhe acompanhando. “Ainda assim, posso dizer que esse é o melhor processo de gravação que já tivemos em anos. Nós estamos produzindo sozinhos, então temos aquele sentimento de liberdade que vem junto – somos nós três juntos, como um só. É uma gangue, é nossa gangue. É nossa banda, isso é o que fazemos e é ótimo!”
“Yeah! Somos uma porra de uma gangue!” Mike diz com uma voz meio gangsta. “E tenho minhas tattoos para provar!”
Na época dos debates recentes sobre internet/Napster com relação á bootlegs – o Green Day não irá lançar o álbum até Outubro – a gerência da banda está tomando precauções sobre o material dos rapazes. Foram mostradas para nós apenas seis canções – cada uma tocada uma vez – uma atrás da outra, em menos de vinte minutos. E é isso. Piscou, perdeu.
“Hold On” tem uma intro com gaita que parece que Bob Dylan virou punk. É ótima. “Blood, Sex And Booze”, é aquela canção rock n’ roll levada que conta com uma dominatrix que Tré contratou para a gravação. Ambas “Deadbeat Holiday” e “Church On Sunday” me fez escrever coisas como “simples, diretas, imediatas, Green Day clássico, podem ser singles”, enquanto “Fashion Victim” é uma porrada no falso mundo da moda e “Minority” é uma canção liderada pelo acordeon.
O Green Day pode ter feito mais um álbum clássico. Acredite em mim.
“Acho que os ouvintes podem esperar orgasmos múltiplos e irão gozar pelas orelhas com esse álbum,” é a descrição de Tré sobre os efeitos do álbum, enquanto pula pela sala, ao mesmo tempo que gruda um adesivo da banda em minhas costas, quando pensa que não estou vendo. “Estou lhe dizendo, você não vai precisar de Viagra quando o Warning estiver nas lojas.”
“A gente apenas tenta escrever boas canções e nos desafiar,” diz Billie, com seu boné de baseball virado de lado. “A gente apenas foi onde a música nos levou e acabou sendo uma bela inspiração para nós.” Enquanto o vocalista parece entusiasmado, está sendo de alguma forma, modesto.
“Billie Joe me deu o álbum e disse ‘toque para qualquer pessoa, cara’,” o manager da banda Ron nos disse no dia anterior. “Não me pergunte sobre isso, mas nunca vi ele tão feliz com suas canções.”
“Nós não forçamos nada musicalmente.” Continua o vocalista. “Começamos há um ano atrás e percebemos se é algo que está funcionando então vamos fazê-lo, mas se é algo que não está funcionando então é melhor deixar para lá. Não quero colocar nenhum hype desnecessário na gente como banda, pois não quero que a gente saia por aí como políticos ou nada do tipo, mas nos divertimos muito com esse álbum. Escuta-lo até o final é muito satisfatório. Graças a Deus conseguimos gravá-lo, vai que um de nós morre antes de concluirmos.”
Mike olha com complacência. “É, o Billie anda cheio desse pensamentos fim-do-mundo e tal.”
Como assim? Uma espécie de perdição?
“É, tenho me sentido ansioso,” ele ri. “Mas é só por que estou em uma banda com dois caras que são imãs de acidentes.”
Do outro lado da sala, Tré está pensando se deve ou não escalar a parede mais uma vez.
Página 5:
Foto: WHITE RIOT – O Green Day toca, enquanto LA pega fogo...
COM SEIS ÁLBUNS na carreira, o Green Day é – ao lado do Korn – uma das únicas bandas que conseguiram com sucesso capturar o sentimento de ser jovem, americano e puto da vida, como o Nirvana. O sucesso certamente não os amoleceu nem musicalmente e nem ideologicamente. Os comentários sociais de Billie são simples, não tão juvenis quanto o Blink 182 e nem tão largados como o Offspring. Julgando por nosso preview, ‘Warning’ é um álbum “classe média”, com as letras lembrando o street-punk que faziam na época de seus álbuns da Lookout! Records.
“O Tré tinha uma camiseta com dois desenhos de furos de bala e dizia Versace: Vítima da Moda Número Um,” diz Billie Joe, sobre o assunto ‘Warning’. “E isso me deu a idéia para uma canção, ‘Fashion Victim’, pois achei que era algo muito sério para se colocar em uma camiseta. Gosto de coisas que são extremas ou bizarras. São inspiradoras.
“A canção fala basicamente de revistas de moda e personalidades da TV, sabe, pessoas de 25 anos que estão se projetando para um público de 17 anos de idade. É bem difícil explicar pois não quero aparecer por aí como um velho ultrapassado. Mas o lance é que a música é tão pegajosa, que uma dessas pessoas pode até sair cantando ela pela calçada mesmo sem entender a ironia da canção.”
“Exatamente,” interrompe Tré. “Sabe, é bem difícil conseguir alguma coisa dessas modelos!”
“Isso não é nada,” diz Mike. “Um dia aí eu estava lendo uma revista com uma matéria sobre uma premiação de filmes e tinha uma garota vestindo um colar de 15 mil dólares, que eu achei ser um absurdo de caro. Então, virei a página e vi uma garota usando um colar de dois milhões de dólares. E eu dizia sozinho, ‘Vocês têm um sério problema de auto-estima’.”
E o que fizeram nos dois anos que ficaram longe dos palcos?
“Quando a gente terminou a tour do último álbum eu passei um tempo em casa com a minha família e amigos,” revela Billie. “E eu também produzi umas bandas da Bay Area, uma chamada The Criminals e outra One Man Army.”
“Eu gravei um álbum com uma banda chamada The Frustrators, para o selo do Billie,” diz Mike. “Toquei baixo, eram umas oito canções simples de punk rock.”
E Tré?
“Eu andei experimentando explodir carros, mas isso é completamente fora de questão, certo?”
COM JACK JOSEPH Puig concentrado na mesa de mixagem, ouvindo a mesma batida de bateria que tem tocado incessantemente por duas horas, a banda não vê a hora de deixar o estúdio onde estão. Lá fora, na Sunset Boulevard, a escuridão de Junho deu lugar ao céu claro e um sol muito quente. Em três dias, a banda estará tocando em Fresno, como parte da Warped Tour deste ano, onde seu gerente prevê temperaturas de quase 40 graus!
“Quero apenas tocar no maior volume de som possível, quero colocar meu amplificador no 11 e mandar bala!” Mike se anima. “Não é nem pelas canções, apenas me dê um motivo para causar dor!”
“A gente já foi convidado várias vezes para ir nessa tour, mas nunca dava certo. A gente sempre se encontrava, mas sempre já tinha alguma coisa marcada,” diz Billie Joe. “A gente queria fazer algo nesse verão então dissemos, ‘hey, vamos falar com a Warped’ e eles, “WASSSSSSSSSSSSSUP!!!”
Tem alguma banda com quem vocês estejam animado para dividir o palco?
“Quero muito ver o Jurassic 5 fazendo seu hip-hop inteligente,” diz Mike. “Flogging Molly vai ser legal, The Donnas vai ser legal. Suicide Machines, Papa Roach, NOFX – que a gente já viu milhões de vezes – vão todos ser legais.”
Tré: “Chuck D vai ser legal, se ele tocar.” Billie Joe: “O Chuck D vai tocar?” Tré: “E eu lá sei?”
“Acho que muitas coisas do underground têm sido muito boas ultimamente,” continua o cantor. “Tem uma banda de Minessota chamada Dillinger Four na Hopeless Records, que acho ser a melhor banda punk hoje em dia. The Promise Ring é uma banda muito boa também, Common Rider (que conta com Jesse Michaels, líder do Operation Ivy) lançou um ótimo álbum. Têm outras coisas também: o novo do Foo Fighters é ótimo, o do Chili Peppers também, apenas por que estão criando uma longevidade para si mesmos e esses caras passaram o inferno juntos. Merecem todo o crédito que têm.”
“O Red Hot Chili Peppers é uma banda bem redonda,” nota Tré.
“Eu me pego querendo ouvir qualquer banda,” ri Mike. “Eu quero que a próxima banda que apareça no rádio seja fenomenal, eu sempre olho para a música positivamente.”
TRÉ E Mike acabaram de comer suas comidas chinesas e um sonolento Billie Joe acaba de comer seu sushi (ordens médicas), fazendo apenas mais uma entrevista e trabalhando um pouco mais no álbum, para terminar a noite. A lenda canadense NoMeansNo está na cidade e a sensibilidade punk do Green Day parece utilizar tudo deles, mesmo com alguns poucos dias antes de uma tour imensa.
Tré – claramente um jovem que tomou muito Taff-man-E quanto criança – está falando sobre uma loja de brinquedos que descobriu e sobre coisas que podem cevar em turnê com eles, fazendo com que se lembre de um dos acontecimentos mais legais para a banda até hoje.
“O Green Day apareceu em um quadrinho do Hulk. Lembram disso?” Ele pergunta. “O Hulk estava socando alguém, enquanto falava algo sobre ele ser o vocalista do Green Day. Não sei o que era exatamente, mas foi legal. A gente ainda foi comentado na HQ ‘Archie’, onde dois personagens ganharam ingressos para um de nossos shows, cara isso foi demais.”
Deve ser estranho, também, ver um monte de bandas hoje em dia que roubaram seus melhores movimentos, do Green Day.
“Não acho que todas as bandas soem como o Green Day quando as pessoas tocam elas para eu ouvir,” Billie Joe diz enquanto se prepara para escutar a última mixagem de seu mais novo álbum. “Eu apenas penso nelas como boa música.”
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Billie Joe Armstrong – Green Day
Existe mais coisas para o punk do que Day-Glo para madames e nudez sem propósito também deve fazer parte do pacote. O Melhor momento baleia-branca de Billie Joe aconteceu no Woodstock 2, enquanto mostrava suas partes andando pelo palco, encorajava uma bela guerra de lama. Deve ter caído uma palheta ou algo do tipo...
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